Reportagem publicada pela Gazeta do Povo Online - Curitiba/PR - CAMINHOS DO CAMPO, sobre os primeiros focos de ferrugem asiática na safra atual.
O primeiro foco de ferrugem asiática confirmado nesta safra, em área comercial, foi registrado em lavoura de soja de Cristalina, em Goiás (Centro-Oeste). A informação é da Embrapa Soja, que coordena do consórcio nacional antiferrugem. O Paraná, por sua vez, registrou o primeiro foco em soja voluntária, em Nova Aurora (Oeste).
Apesar de a ferrugem ter surgido em plantas que nasceram de grãos que germinaram espontaneamente (sem ter sido plantados), a presença do fungo causador da ferrugem no Paraná preocupa os produtores e exige reforço na vigilância das lavouras. O agrônomo da Cooperativa Coopacol Fernando Fávero relatou que as plantas atacadas estavam na fase de enchimento de grãos (R5). Ele recomenda atenção redobrada, uma vez que as primeiras lavouras semeadas na região já floresceram. O florescimento favorece a ferrugem.
Para a pesquisadora Cláudia Godoy, da Embrapa Soja, os produtores precisam intensificar o monitoramento das lavouras para realizar o controle da ferrugem no momento adequado. “A floração da lavoura é uma época em que as linhas de soja se fecham e fica mais favorável para que a infecção se inicie nas folhas de baixo das plantas, em função do sombreamento e da maior umidade”, explica.
Este é um blog sobre Controle Fitossanitário para o apoio à agricultura brasileira. Será mantido por uma equipe de engenheiros agrônomos da Agrotis com a colaboração de diversos especialistas e links para trabalhos relacionados.
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Aprosoja alerta para o início do vazio sanitário em MT
Matéria veiculada pela Aprosoja do Mato Grosso traz aviso sobre o Vazio Sanitário naquele estado.
Tem início no próximo dia 15 de junho, com término definido para 15 de setembro, o vazio sanitário da cultura da soja, no Estado de Mato Grosso. Durante este período não será permitida a existência de plantas vivas de soja em áreas sob sistema de irrigação, em áreas de cultivo tradicional ou qualquer outra modalidade de cultivo. A medida busca a eliminação de todas as plantas de soja e proibição do plantio para evitar que o fungo causador da ferrugem asiática se multiplique.
De acordo com o supervisor de campo da Aprosoja, o engenheiro agrônomo Rodrigo Fenner, com o período proibitivo é interrompido o ciclo do fungo hospedeiro da ferrugem asiática, principal doença fúngica que ataca a soja no Cerrado. Ele explicou que os produtores não podem manter plantas vivas em suas propriedades. As mesmas devem ser eliminadas com produtos químicos ou outro meio.
Segundo informações do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (INDEA), as unidades regionais já estão se preparando para as fiscalizações nesse período. Já foi realizado o levantamento de plantadas da soja, objetivando a fiscalização. Somente são autorizados os plantios da oleaginosa nesse período, para fins de pesquisa, mas com rigoroso controle. O produtor que não obedecer ao vazio estará sujeito ao pagamento de multas.
Conforme determinação do INDEA, ficam os proprietários, arrendatários ou detentores a qualquer título de áreas cultivadas com soja sob sistema de irrigação ou não, obrigados a eliminarem as plantas vivas de soja “cultivadas” ou “guaxas” em áreas de seu domínio, imediatamente antes do período de “vazio sanitário”, inclusive, as “plantas vivas” de soja ao redor de seus armazéns e à beira das estradas dentro da área de seu domínio.
Ferrugem da Soja
A ferrugem da soja também conhecida como ferrugem asiática é uma doença causada por fungos. Os primeiros sintomas se manifestam nas folhas com o aparecimento de minúsculos pontos escuros. Posteriormente ao aparecimento das lesões ocorre a desfolha da planta que evita a formação dos grãos com redução da produtividade. O desenvolvimento da doença é extremamente rápido e ela se espalha com facilidade pelo vento e causa grandes prejuízos à produção.
O objetivo é evitar ou retardar ao máximo o aparecimento do fungo causador da ferrugem asiática, doença que ataca a cultura e causa sérios prejuízos econômicos aos produtores.
Tem início no próximo dia 15 de junho, com término definido para 15 de setembro, o vazio sanitário da cultura da soja, no Estado de Mato Grosso. Durante este período não será permitida a existência de plantas vivas de soja em áreas sob sistema de irrigação, em áreas de cultivo tradicional ou qualquer outra modalidade de cultivo. A medida busca a eliminação de todas as plantas de soja e proibição do plantio para evitar que o fungo causador da ferrugem asiática se multiplique.
De acordo com o supervisor de campo da Aprosoja, o engenheiro agrônomo Rodrigo Fenner, com o período proibitivo é interrompido o ciclo do fungo hospedeiro da ferrugem asiática, principal doença fúngica que ataca a soja no Cerrado. Ele explicou que os produtores não podem manter plantas vivas em suas propriedades. As mesmas devem ser eliminadas com produtos químicos ou outro meio.
Segundo informações do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (INDEA), as unidades regionais já estão se preparando para as fiscalizações nesse período. Já foi realizado o levantamento de plantadas da soja, objetivando a fiscalização. Somente são autorizados os plantios da oleaginosa nesse período, para fins de pesquisa, mas com rigoroso controle. O produtor que não obedecer ao vazio estará sujeito ao pagamento de multas.
Conforme determinação do INDEA, ficam os proprietários, arrendatários ou detentores a qualquer título de áreas cultivadas com soja sob sistema de irrigação ou não, obrigados a eliminarem as plantas vivas de soja “cultivadas” ou “guaxas” em áreas de seu domínio, imediatamente antes do período de “vazio sanitário”, inclusive, as “plantas vivas” de soja ao redor de seus armazéns e à beira das estradas dentro da área de seu domínio.
Ferrugem da Soja
A ferrugem da soja também conhecida como ferrugem asiática é uma doença causada por fungos. Os primeiros sintomas se manifestam nas folhas com o aparecimento de minúsculos pontos escuros. Posteriormente ao aparecimento das lesões ocorre a desfolha da planta que evita a formação dos grãos com redução da produtividade. O desenvolvimento da doença é extremamente rápido e ela se espalha com facilidade pelo vento e causa grandes prejuízos à produção.
O objetivo é evitar ou retardar ao máximo o aparecimento do fungo causador da ferrugem asiática, doença que ataca a cultura e causa sérios prejuízos econômicos aos produtores.
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